RAFTING FAMILIAR
Ideal para toda família
corredeiras classe II
percurso: 3 km
duração média: 1 hora
idade mínima: 3 anos
grupo mínimo: 2 pessoas
grupo máximo: 38 pessoas

RAFTING RADICAL TRIP
Adrenalina para todas as idades
corredeiras classe III & IV
percurso: 7 km
duração média: 2:00 horas
idade mínima: 8 anos
grupo mínimo: 2 pessoas
grupo máximo: 38 pessoas

Canyon Preto
Expedição de curta duração prá quem gosta de contato íntimo com a natureza:
- corredeiras classe III & IV;
- percurso: 14 km;
- duração média: 4:00 horas;
- idade mínima: 12 anos;
- grupo mínimo: 2 pessoas;
- grupo máximo: 15 pessoas;
- horário especial: 9:00 & 13:00
* Inclui pick-nick e parada em cachoeira (20m)

 

RAFTING NOTURNO
corredeiras classe III & IV
percurso: 7 km
duração média: 2:00 horas
idade mínima: 16 anos
grupo mínimo: 2 pessoas
grupo máximo: 20 pessoas
quando: na noite de lua cheia e nas tres noites anteriores
horário: 21:00 horas

SAIBA MAIS: SANTO AMARO DA IMPERATRIZ - HISTÓRIA DO RAFTING - PEST: PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

Todos os roteiros incluem: equipamentos de segurança, embarcações, condutores especializados, transporte local in/out, seguro aventura e roupa térmica.
Não esqueça de vir preparado com uma muda de roupas para molhar, calçado fechado para molhar, kit banho e muita alegria.
*Serviço fotográfico opcional.

Veja as Fotos

 

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SANTO AMARO DA IMPERATRIZ

A colonização de Santo Amaro da Imperatriz está ligada à descoberta da fonte de águas termais, por caçadores, em 1813. O Governo Imperial destacou então um contingente policial para guarda do local, já que a região era habitada por índios hostis. Em 18 de março de 1818, o rei Dom João VI determinou a construção de um hospital – foi a primeira lei de criação de uma estância termal no Brasil. Em outubro de 1845, Santo Amaro da Imperatriz recebeu a visita do casal imperial Dom Pedro II e Dona Teresa Cristina, que mandou construir um prédio com quartos e banheiras para os visitantes em busca de alívio para suas dores.

Em homenagem à Imperatriz, a localidade, nos arredores da cidade – que se chamava Caldas do Cubatão -, foi rebatizada como Caldas da Imperatriz.

PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (PEST) possui uma área total de aproximadamente 90.000 ha e, sozinho, responde por pouco menos de 1% do total da Mata Atlântica remanescente no país e aproximadamente 1% do território de Santa Catarina. Ao longo de sua área de abrangência inclui, sobretudo, porções terrestres, onde se sobrepõe com os limites de nove municípios.

Na década de 60, devido às características peculiares e excepcionais dessa região, Padre Raulino Reitz e Roberto Miguel Klein já solicitavam sua proteção de maneira mais significativa, incluindo toda a Serra do Tabuleiro e a Planície o Massiambu. Em outubro de 1975, Reitz, como coordenador para assuntos do Meio Ambiente da Secretaria de Tecnologia e Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina, reafirmou a importância de criação de uma área protegida na área da Serra do Tabuleiro ao então governador Antônio Carlos Konder Reis que, no mês seguinte, assinou o decreto de criação do Parque Estadual na Serra do Tabuleiro.

No Parque encontramos uma variedade de altitudes, que vai do nível do mar até 1270m e são responsáveis por uma diversificação dos ecossistemas representados, pela particularidade de ser um dos principais divisores biogeográficos na Mata Atlântica do Sul do Brasil, e pela riqueza e diversidade biológica. Além da relevância dos aspectos bióticos e abióticos, faz-se necessário destacar sua importância cultural em decorrência da presença de três aldeias indígenas de origem Tupi-Guarani.

Entre as unidades que integram o GIUC, o PEST é o único que não é administrado pelo Ibama, mas sim pela FATMA, órgão estadual de meio ambiente.
O Parque vem sendo reconhecido internacionalmente e apontado como prioridade para a conservação da biodiversidade brasileira. Em 1993 a UNESCO estabeleceu a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica em Santa Catarina, onde o Parque foi incluído como Zona Núcleo (aproximadamente 40.000 km2). Em 1999, o Workshop Avaliação e Ações Prioritárias para Conservação dos Biomas Floresta Atlântica e Campos Sulinos, promovido pelo MMA através do PROBIO classificou o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro como prioritária para a conservação de diversas espécies.
Criado em 1º.11.1975
87.405 ha de área
Ecossistemas: marinho, ilhas, restinga, manguezal, mata atlântica, campos de altitude

HISTÓRIA DO RAFTING

A primeira viagem registrada de barco em corredeiras foi em 1869, quando John Wesley Powel organizou a primeira expedição no rio Colorado, EUA, em barcos de remo central. No começo, os aventureiros não possuíam nenhuma técnica para manobrar seus rígidos e pesados barcos nas corredeiras, tiveram problemas de capotamentos e choques com pedras.

Em 1842 teve início a história moderna do Rafting, quando Lieutenant John Fremont, do exército americano fez suas primeiras expedições utilizando um barco desenhado por Horace H. Day. O barco era construído com 4 compartimentos separados com tecido e borracha da Índia e o fundo liso e suspenso e retangular, que o diferenciava dos outros barcos. O nome deste bote era Air Army Boats.

Em 1896, Nataniel Galloway revolucionou as técnicas de Rafting com uma modificação muito simples, ele colocou o assento do bote virado para frente possibilitando encarar de frente as corredeiras, facilitando as manobras.
Finalmente, em 1909, foi realizada a primeira viagem de Rafting com finalidade comercial pela Julius Stones Grand Cânion.

Nos anos 50 tivemos muita melhora nos equipamentos descoberta de novos roteiros o que atraiu o interesse dos amantes dos rios. Durante os anos 60 tivemos uma grande evolução com uma série de novos modelos e idéias que deram um grande impulso ao esporte.

A partir de 1972 o esporte passou por um período de hibernação sem grandes novidades, mas no início dos anos 80 estavam sendo trabalhados por Vladimir Kovalik, Rafael Gallo, a companhia Metzler da Alemanha e outros, modelos primitivos de fundo auto esvaziantes (self bailer).

Trabalhando no conceito de colchão flutuante Jim Cassady, Randy Shelman e Glenn Lewman, criaram o bote fundo inflável, “costurados” nos tubos principais, que flutua aproximadamente 15cm da água permitindo que a mesma saia pelos furos da costura. A primeira geração de botes AE (auto esvaziantes) foram chamadas de SOTAR (STATE OF THE ART RAFT). Hoje existem muitas empresas que oferecem estes equipamentos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


RAFTING

*viva essa emoção*

 

RIO CUBATÃO DO SUL
Em Santo Amaro da Imperatriz - Grande Florianópolis o rafting é praticado no Rio Cubatão do Sul que oferece água limpa e transparente, mata ciliar impecável e bastante ação com muitas corredeiras em sequência.